Adãozinho relembra momento histórico do Azulão

Volante foi titular na final da Libertadores, que completa 13 anos nesta sexta-feira (31)

 

(São Caetano do Sul, 31 de julho de 2015) - O São Caetano pode não ter vencido a Copa Libertadores da América, mas ter chegado à decisão em 2002, com apenas 12 anos de existência, e estar na seleta lista dos 13 clubes Brasileiros que chegaram a final do torneio, deixa aquela campanha no coração de todos os torcedores, funcionários e jogadores do Azulão.

Um dos atletas que esteve no elenco é o ex-volante Adãozinho. Segundo ele, a união do grupo foi fator predominante naquela grande campanha. “Nós formamos uma família, éramos amigos dentro de campo e somos fora dele até hoje. A comissão técnica e os dirigentes foram fundamentais também, porque eles nos davam todo respaldo para trabalhar”.

Após obter uma vaga via Campeonato Brasileiro, a equipe entrou no grupo 1, onde passou em primeiro, a frente de Cobreloa, Cerro Porteño e Alianza Lima. Nas oitavas de final empatou duas vezes coma  Universidad Católica e venceu nos pênaltis; nas quartas foi a vez do pentacampeão da América Peñarol, confronto em que o grupo percebeu que faria história.

- Nós perdemos a primeira por 1 a 0 e ganhamos a segunda por 2 a 1 para. Mais uma vez, vencemos nas penalidades. Naquele momento sentimos que chegaríamos a final e que o título era possível, pois eliminar o um adversário da grandeza internacional dos uruguaios foi muito marcante – afirmou o ex-jogador.

O feito histórico de chegar a final veio ao bater o América do México no confronto de ida por 2 a 0 e empatar o da volta em 1 a 1. Na decisão o São Caetano venceu no Paraguai por 1 a 0 e lotou o Pacaembu para a última partida, que para o volante teve o destino mudado por um fato em especial.

- Saímos na frente e o caminho para o título estava trilhado, mas creio que a expulsão injusta do nosso treinador (Jair Picerni) nos atrapalhou. Quando você tem um líder com comando firme e o perde durante o jogo, isso abala qualquer elenco – confessou.

Após atuar por três anos e meio, o ídolo do Azulão guarda até hoje um grande carinho pelo clube. “Gosto demais do São Caetano, pois deu uma oportunidade para todos nós construirmos um legado no futebol. Pelo time saí da série C e cheguei a final da Libertadores”, completou.

Aos 48 anos, Adãozinho se dedica a uma escolinha de futebol em Bragança Paulista.

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